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Num mercado onde a concorrência e a especialização em publicidade se tornou algo total e altamente competitivo, ganha destaque na sociedade aquela empresa que sabe se sobressair perante outras com um baixo custo e alta criatividade em suas campanhas. Contemplando estas atuais necessidades de sobrevivência mercadológica, o Marketing de Guerrilha é uma forma que vem sendo utilizada com mais frequência nas organizações, afim de atingirem seus públicos alvo.

Os guerrilheiros – como são chamados aqueles que aderem esta atividade – são dotados d’um alto conhecimento do campo onde atuam e são capazes de surpreender o seu adversário numa ação criativa, rápida e eficaz sem gastar, por muitas vezes, nenhum centavo se quer.

Em seu princípio o Marketing de Guerrilha era utilizado pelas pequenas empresas, que visavam combater as ações dos seus principais concorrentes, porém hoje com uma sociedade munida de comunicações por todos os lados, as altas organizações começaram a se valer desta guerrilheira prática e acabam por tornar suas marcas ainda mais fortes.

As ações realizadas pelo Marketing de Guerrilha são feitas fora das mídias convencionais de forma criativa e impactante com o objetivo de surpreender e atingir diretamente o público, consequentemente geram-se conteúdos espontâneos nas mídias sociais. Existem algumas principais ferramentas que ajudam na elaboração e planejamento do Marketing de Guerrilha: Intervenção Urbana, Marketing de emboscada, Astroturfing, Flash Mob, Eventos e Patrocínios, Marketing Invisível, Marketing Viral, Relações Públicas e Land Art.

No livro “Guerrilla Marketing for the New Millenium” o autor Jay Conrad Levinson comenta sobre alguns passos que uma empresa pode utilizar para realizar uma ação de Marketing Guerrilheiro de sucesso:

  1. Encontre o que o seu produto ou serviço tem que condiz com o interesse dos consumidores e que faz você vendê-lo.
  2. Evidencie os benefícios do produto ou serviço, e apresente-os de maneira plausível e possível.
  3. Chame a atenção do consumidor para o produto e motive-o a ter uma atitude.
  4. Tenha certeza de que a mensagem é repassada claramente e que o público a entende de maneira correta.
  5. Atente para que a ação de marketing de guerrilha seja integrada com a estratégia criativa da empresa.

Com o devido planejamento, a ação de Marketing de Guerrilha pode partir de apenas uma pessoa e atingir proporções muito grandes, ganhando cada vez mais, guerrilheiros que estejam dispostos a se envolver com a proposta.

Pra quem você tem guerrilhado?

Está aí algo que por muito me incomodou e acredite, ainda incomoda…. “Preciosa é a vista do Senhor, a morte dos Seus Santos.” Salmo 116:15

Quem já não teve um alguém importante em sua vida sendo tirado (a) subitamente, ou por uma doença, acidente ou maldade alheia? Quem já não se questionou se Deus poderia ter agido diferente, ter curado, salvado, feito um grande milagre às custas dos nosso sonhos e desejos? Quem já não ficou triste com Ele por ter se mantido em “aparente” silêncio? Embora na sinceridade de nossos pensamentos gostemos de culpar alguém (Deus, na maioria das vezes), a culpa do sofrimento não é dEle, de maneira nenhuma! É de um ser que quer nossa constante destruição, o inimigo da raça humana, o diabo. Ele tem prazer na nossa dor! Mas não é dele que quero falar…

Perdi muitos entes queridos, e dentre as perdas a que mais me incomoda é a ausência de minha mãe. Ainda fico a pensar nos fatos relacionados a ela – palavras ditas, olhares, risos e coisas que ela fazia. Isso porque a minha própria mente agrupou e selecionou isso tudo. Há 12 anos de sua morte tenho sentido um processo lento que a tornará cada vez mais imaginária… Sentimento que nunca gostaria de ter; o de que ela talvez nunca tivesse existido, mas já me peguei pensando que Deus deveria ter ouvido meu clamor de “Volte”!

Seria egoísmo de minha parte pensar em mim querendo o seu retorno sem pensar nas aflições que ela passou? Quem não? Eu por diversas vezes já me questionei se um retorno (e se é que isso fosse possível), seria bom para ela. Egoísmo puro. Eu a quero de volta como um ingrediente na restauração do meu passado e uma segurança para meu futuro. Seria o meu desejo a pior coisa para ela? Uma vez tendo passado pela morte, voltar para depois, para um momento posterior, e ter de passar por todo o processo de morte de novo… Isso seria algo bom? Estêvão foi o primeiro mártir (Atos 7:54-60), mas será que não teria sido Lázaro (João 11:1-44) quem encarou o desafio maior?

Lázaro precisava voltar (basicamente para glorificar o nome de Deus, a divindade de Cristo e Seu poder sobre a morte) e Estevão precisava ir (basicamente para glorificar o nome de Deus por sua fé, para provar o poder da salvação em Cristo). Muito provavelmente não seria proveitoso para nenhum dos dois a situação em si, mas para auxílio na obra do Mestre de pregar quem Ele (Jesus) era, eles “testemunharam”, e creio que felizes por contribuir com a causa.

Há 3 semanas perdi minha última avó, ou seja, mais uma geração foi extinta. Mas desta vez considerei 4 pensamentos que me ajudaram a entender “Preciosa é a vista do Senhor, a morte dos Seus Santos.”

  1. O povo do Senhor é precioso aos olhos de Jesus. Eles são o dom de amor de Deus, Seu Pai, para Ele, Seus filhos, membros do Seu corpo e, portanto, tudo o que lhes diz respeito é precioso aos Seus olhos.
  2. Outra razão pela qual a morte de um santo é preciosa aos olhos do Senhor, pode ser porque marca o término de suas tristezas e sofrimentos.
  3. Porque a morte proporciona ao Senhor uma oportunidade de mostrar a Sua suficiência. Seu poder se aperfeiçoa na nossa fraqueza.
  4. Porque na morte o santo apenas dorme para esperar o chamado do Senhor. Ele nos garantiu: “E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:3). Cristo vai voltar para nos buscar e os que estiverem dormindo o sono da morte ressuscitarão ao som da trombeta e os vivos serão transformados! (I Tessalonicenses 4:13-18).

Tenho uma esperança tão quente em meu coração, e por isso compartilho meus sentimentos e a palavra bíblica sobre um assunto tão triste, delicado, mas com vitória! A vitória de Cristo na Cruz nos poupou da morte eterna. Hoje podemos ver pessoas queridas descansarem o sono da morte “passageira”, mas num futuro, não tão distante, voltaremos para o lugar de onde não deveríamos ter saído… Um Éden restaurado, melhor e mais bonito! A Nova Jerusalém! Todos de Volta para o Futuro!

“Deus colocou a eternidade no coração do homem” (Salomão, rei de Israel)
Confesso que não acompanho muito as programações da televisão. Por isso, não conhecia o trabalho de Domingos Montagner. Mas o choque é sempre forte quando vemos uma vida terminando tão abruptamente, sem aviso, sem preparo… E é isso que me leva a perguntar: você já parou para pensar na morte?
Sei que inúmeras vezes pensamos (e até vivenciamos) a morte de alguém que conhecemos. Ou talvez pensemos na morte como uma possibilidade remota que ocorrerá em um futuro muito distante. Parece mesmo que não conseguimos apreciar ou aceitar muito bem essa história de finitude. O problema piora muito quando encaramos a morte “em primeira pessoa”. Ficamos inquietos. Várias questões começam a incomodar. Se tudo vai acabar, qual o sentido da vida? A existência não passa de uma ilusão? Quem vai se lembrar de mim 50, 60 ou 200 anos após minha morte?
Talvez, você pode discordar da importância dessas perguntas… Contudo, os grandes pensadores da humanidade refletiram sobre elas. E os filósofos existencialistas do século XX chegaram a conclusões bem interessantes. Se a nossa vida estiver fada a terminar, Albert Camus diz: “A compreensão de que a vida é absurda não pode ser um fim, mas um princípio[da reflexão humana]”.
Parece muito deprimente pensar assim, mas eu acho que eles estão corretos. Se show simplesmente acabar, se toda existência caminhar para alguma destruição, então a nossa vida é fundamentalmente sem sentido. Entenda que estou me referindo a um sentido objetivo, real, não imaginário. Podemos sim criar algum sentido, inventar alguma coisa – e isso seria uma ilusão muito gostosa, não é mesmo? (É justamente isso que Camus e Sartre propuseram)
Mas a pergunta continua incomodando: será que a nossa vida é objetivamente absurda? Estamos mesmo fadados a “criar um sentido” e viver na ilusão? Creio que não. Há muitos anos, encontrei na pessoa de Jesus Cristo alguém que pode dar as respostas para as minhas questões mais difíceis. Respostas coerentes, verificáveis e muito relevantes.
Quando o Seu amigo Lázaro morreu, Jesus teve um diálogo muito enriquecedor com Marta (irmã de Lázaro). A Bíblia não descreve exatamente como foi a morte desse homem. Mesmo assim, conseguimos supor pelo texto que Lázaro adoeceu e morreu em menos de três dias. Foi uma morte inesperada.
“O senhor demorou. E se estivesse por aqui, ele não estaria morto”, disse Marta em um misto de reprovação e cobrança a Jesus. Foi quando o mestre explicou que Lázaro ressuscitaria. Claro, ela conhecia os ensinos antigos que falavam em um tipo de ressureição no “dia do Senhor” – o fim do mundo. Mas a vida havia perdido o brilho. Seu irmão, a quem amava, estava morto. Ela não conseguia ter paz com uma promessa tão distante. Podemos até especular que ela realmente não acreditava muito bem naquele papo de ressureição.
Muitas vezes, nós nos cansamos das promessas. Queremos uma solução imediata. E nos questionamos se realmente existe algo ou alguém ouvindo nosso clamor quando não somos atendidos. Você certamente já se sentiu assim…
Mas Jesus continua a conversa, dizendo uma das frases mais marcantes de seus ensinos: “Eu sou a ressureição e a vida. E aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá”. Parece ilógico? Como pode alguém viver estando morto? Entretanto, as perguntas são dissolvidas em meio a ação de Alguém que se importa.
Cristo prossegue buscando chegar ao local onde Lázaro já estava sepultado. E tudo começa a ficar claro no momento em que Marta começa a ouvir os passos do seu irmão vivo novamente.
É claro que aquele homem experimentou a morte novamente mais tarde. Mas o que Jesus fez aqui foi simplesmente uma amostra do que fará a todos depositarem sua fé nEle. E, dessa vez, de maneira definitiva. A alegria vencerá a dor. O bem vencerá o mal. A vida vencerá a morte.
De fato, eternidade é um dos temas mais importantes da Bíblia. Ela começa nos mostrando como o ser humano se desviou desse plano de Deus. E termina com a garantia de que “não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro e nem dor”.
Você consegue enxergar a beleza dessa ideia? Sua vida tem sim um sentido real, pois ela não foi feita para acabar.
Caso você deseje conhecer mais sobre esta e outras grandes promessas bíblicas, está convidado a participar do Programa Descobertas todas quartas-feiras, às 19:30, no Espaço Primeira Essência.

arte fantasia

Você já ouviu (ou já disse) que a Bíblia não deve ser levada ao pé da letra?! Essa é apenas uma das acusações que servirão de norte para essa palestra. É bem provável que muitas das suas dúvidas sejam sanadas com esse áudio, então não deixe de ouvir até o final! rs
 

arte fantasia

Não, não queríamos dizer religião. Sabe, há muito a ciência tenta desacreditar o cristianismo. No áudio, dentre outras coisas, algumas das tentativas frustradas que ela desempenhou para demonstrar sua sabedoria e prevalência sob a religião. Nos conte o que achou, e compartilhe com seus amigos!