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Lucy e Charlie Brown sempre jogavam futebol juntos. Lucy segurava a bola no lugar que Charlie Brown iria chutar e ele sempre tentava chutar a bola com toda sua força. No momento preciso do chute, Lucy pegava a bola nas mãos e fazia Charlie cair de costas. Mais uma vez, Lucy tenta repetir a brincadeira e Charlie desconfiado diz que não iria chutar mais. Ela implorou para que ele chutasse de novo, mas não teve jeito. Lucy caiu em lágrimas e admitiu, “Charlie Brown, tenho sido tão terrível para você ao longo dos anos, fazendo você cair tantas vezes. Eu tenho sido cruel, mas agora percebi meu erro! Percebi como você ficou chateado comigo. Eu cometi um grande erro. Você poderia dar uma nova chance a essa pobre menina?” Charlie, movido por sua demonstração de tristeza, respondeu: “Claro que sim, eu vou lhe dar outra chance.” Ele deu um passo para trás, ela segurou a bola, e, quando ele foi chutar com toda força, Lucy pegou a bola e Charlie Brown caiu novamente de costas no chão. Em resposta ao olhar confuso de Charlie, Lucy diz: “Reconhecer os erros e mudar de atitude são duas coisas muito diferentes, Charlie Brown!”

Arrependimento
Pra começo de conversa, você precisa ler Mateus 3:1-2 e Mateus 4:17.

  • Como você se sente quando alguém próximo te decepciona, até pede desculpas, mas não se arrepende verdadeiramente do que fez?
  • Como podemos saber quando o arrependimento é verdadeiro?
  • Cristo nos aceita como somos? Então porque é necessário o arrependimento para termos um relacionamento com Ele?

O chamado dos discípulos
Agora, por favor, leia o que está escrito em Mateus 4:18-22.

  • O que você acha que significa ser “pescador de homens”?
  • O que levou Jesus a escolher homens aparentemente tão incompetentes?
  • Como você se sente ao saber que Cristo te chama hoje para ser discípulo dEle?
  • O que falta deixar para trás e aceitarmos esse chamado?

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Multidões assistiram “O Hobbit”, filme inspirado em um dos livros de Tokien que continua fazendo sucesso. O criador de Hobbit e Senhor dos Anéis era um verdadeiro fã da genealogia e criou gerações de famílias. Tolkien desenvolveu uma vasta mitologia, com raças variadas: “deuses” e “demônios”, elfos, humanos, anões, hobbits, orcs e animais fantásticos. Suas histórias se desenvolvem desde a gênese do universo até o final das “eras mágicas”, quando apenas os humanos passaram a dominar o mundo. Mesmo com tantos elementos fantásticos, as narrativas deste filólogo conseguem passar ao leitor uma realidade grande o suficiente para que seja possível acreditar na existência dos fatos.
Metódico ao extremo, Tolkien compôs essa impressão de que suas obras eram “registros históricos” abusando dos detalhes, como mapas minuciosos, idiomas próprios e vivos (suas línguas evoluem no decorrer da história) e mesmo emaranhadas árvores genealógicas de seus personagens, cujas sagas das famílias se desenvolvem por séculos – às vezes milênios. A genealogia é, inclusive, um dos passatempos favoritos dos hobbits – a raça de hominídeos cujo alguns personagens protagonizam seus mais famosos livros. Alguns hobbits, como dito em O Senhor dos Anéis, tinham orgulho de expor suas composições genealógicas, listando seus antepassados, seus filhos, tios e primos de graus variados.

Qual é a importância da genealogia? Ela diz algo a você?

O autor e sua narrativa
Antes de qualquer coisa, leia Mateus 1!

  • Partindo da narrativa encontrada no texto, que evidências temos para crer que Deus está no controle da história e que ela marcha para o cumprimento dos Seus propósitos?
  • O livro começa com com a genealogia de Jesus e termina com o texto conhecido como a Grande Comissão. O que podemos aprender deste movimento temático, do particular para o universal, do filho de Davi para o Senhor de todas as nações?
  • O que aprendemos no cap 1 sobre igualdade humana e os relacionamentos?

Temas importantes do evangelho
Agora, sua colaboração começa com a leitura de Mateus 2:2 e 14-15; 5-7 e 24:14.

  • Cite 5 temas principais que marcam o Evangelho de Mateus.

Cola: Reinado de Jesus, cumprimento da profecia, evangelho do ensino, estabelecimento da igreja e 2ª vinda de Cristo.

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Oi leitores desse Blog!!!

Essas últimas semana estive relendo um livro que conta uma história, que para mim, é extremamente inspiradora. A história de um garoto, que aos 8 anos iniciou uma vida de determinação, desafios, milagres e inúmeras conquistas.Todas graças a Deus, a sua mãe que era solteira, trabalhadora, empreendedora e semi-analfabeta, e por sua própria perseverança.

No livro é implícito todas a maravilhas que Deus fez por ele e os ensinamentos de sua mãe, porém hoje quero ressaltar a tenacidade do garoto que se tornou o famoso, neurocirurgião americano, do filme “Gifted Hands” (Mão Talentosas), Ben Carson.

Me identifico bastante com sua história e vejo que poderia ter tomado decisões melhores em várias ocasiões, porém o passado já não posso modificar, mas o presente e o futuro, esses sim devo realizar-los com empenho e competência.

Nesse livro, conta de uma criança que era o pior aluno da classe, tinha gostos iguais a qualquer outra criança, iniciou uma vida de estudos e qualificação para alcançar seus ideais.

Hoje eu venho perguntar-lhe…Qual o seu objetivo para hoje? Para esse mês/ano? Esta dando o melhor de si para alcançar? Não vamos iniciar com as famosas desculpas…seja elas quais forem. Vamos ser audaciosos, corajosos, determinados. Não pense nas horas perdidas no dia anterior. Te convido a mudar, aprimorar o hoje e o amanhã, com o propósito de alcançar as conquistas que Deus tem planejado para sua vida.

Você pode estar se perguntando, por onde começo? Eu te respondo: Falando com o seu Criador.

Ore, peça à Deus orientação e força de vontade.

Paneje, aponte o que você deseja alcançar. (Passar no concurso, ganhar uma promoção no trabalho, driblar o vestibular, viajar no fim do ano, quitar as contas do cartão de crédito, comprar uma casa, passar mais tempo com a família, ter uma alimentação saudável, ser presidente dos EUA?)

Dê o primeiro passo. Não espere mais nenhum dia, pois o ontem nós não podemos alterar, comece agora a tornar seu futuro uma vitória, com sucessivas conquistas, ao lado dAquele que projetou a felicidade para você, nosso Deus.

É um tema sempre muito complexo, rodeado de preconceitos e tabus, como quase todos os temas em Saúde Mental. Porém, em um mundo que está progressivamente doente, com índices preocupantes de pessoas que cometem ou tentam suicídio, precisamos parar e refletir um pouco.
Longe de tentar esmiuçar o tema, minha intenção com esse texto é comentar algumas coisas que precisamos saber sobre isso. Separei seis:
1) Não é só para chamar a atenção. Claro que existem exceções, mas a realidade é que aproximadamente 90% das pessoas que tentam suicídio são acometidas por algum transtorno mental grave. Justamente por isso, quando uma pessoa tenta suicídio, é muito difícil entender as motivações que a levaram aquilo. O mais correto é entender a tentativa como um sintoma de um problema maior, como um alarme.
2) Perguntar não machuca. Você não precisa ter medo. Estudos mostram que, na esmagadora maioria das vezes, falar sobre as ideias suicidas vai fazer uma pessoa desistir ou pelo menos diminuir a força do pensamento de morte. Então, pergunte de maneira sinceramente interessada, quando você achar que uma pessoa possa estar contemplando a ideia da morte.
3) Suicídio é “contagioso”? Na verdade, não. O que ocorre em muitos casos é que com uma contínua exposição de notícias sobre suicídio na mídia, uma pessoa que já estava propensa pode acabar por cometer o ato. Já foram relatados vários fenômenos do tipo. Um exemplo é o que ocorreu em uma pequena comunidade dos EUA, onde em um período de 7 semanas após o suicídio de um adolescente, cinco outras tentativas foram registradas.
4) Se não vai ajudar, não atrapalhe. Frases como “Você precisa lutar contra isso” ou “Vai dar tudo certo” mais atrapalham do que ajudam. A primeira não leva em conta que a doença mental pode estar fora do controle daquela pessoa. E a segunda pode ser interpretada como um desinteresse em ajudar. Uma pessoa com a saúde mental prejudicada não precisa nem de “auto-ajuda” e nem de uma “palestra motivacional”. Ela precisa de caminhos concretos para resolver seu problema (tratar a doença).
5) Amor não é o mesmo que pena. Pessoas com sofrimentos mentais não são “coitadinhos”. Elas são pessoas com uma doença, um problema a ser resolvido. Quando olhamos com olhos de pena, só pioramos um sentimento que ela pode ter: invalidez. Ajudar uma pessoa significa, na medida do possível, caminhar com ela – e não carregá-la nas costas. Significa fazer aquilo que ela não consegue fazer e deixar que ela faça aquilo que pode fazer por si mesma.
6) Precisamos de um especialista. Claro, uma pessoa com pensamentos de desânimo e suicídio precisa de apoio profissional. E quanto mais “planejado” (data, local e maneira definidos) aquele pensamento estiver, mas urgente é o caso. Então, ajude aquela pessoa a entender que ela precisa de ajuda psiquiátrica e psicológica. Deixe sempre claro que você não acha que ela é louca ou coisa do tipo, mas que você quer ajudá-la.

Espero que essas dicas possam ser úteis a você que lê esse texto.
Porém, se você está passando por um sofrimento muito intenso e está pensando em tirar a própria vida, não passe por isso sozinho. Converse com alguém. E, se você pensa que não tem ninguém com quem você possa conversar, mande uma mensagem para a Primeira Essência e nós teremos o prazer de ir até você para te ouvir.

  • Como Deus poderia permitir? » Blog Primeira Essência - […] Por sorte, eu havia refletido e pesquisado persistentemente sobre essa questão alguns anos antes dessa interessante conversa que relatei acima. Ao longo dessa pesquisa, me deparei com as interessantes ideias de um dos maiores intelectuais cristãos vivos, o filósofo Frederick Antony Ravi Kumar Zacharias, ou como ele prefere ser chamado: Irmão Ravi. Sua história é muito longa para ser contada em um post. Porém, posso dizer que ele começou sua jornada cristã em uma cama de hospital após uma tentativa de suicídio. (Inclusive, se você tiver interesse sobre o assunto, já escrevi esse texto sobre suicídio.) […]respondercancelar

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A técnica que vou explicar se chama Pomodoro (tomate em italiano). Ela foi criada nos anos 80 pelo italiano Francesco Cirillo, que utilizava um cronômetro em forma de tomate, semelhante a esse da foto.

Funciona assim:

  • Faça uma lista das tarefas que você quer realizar;
  • Escolha a tarefa a ser realizada (pode ser aquela que você tem procrastinado);
  • Coloque o Pomodoro (ou as alternativas que vou mostrar abaixo) por 25 minutos e foque apenas naquela tarefa (ou blocos de tarefa, caso alguma das tarefas possa ser concluída em menos de 25 minutos) neste tempo, sem qualquer interrupção;
  • Trabalhe nela até o Pomodoro tocar;
  • Quando ele tocar, marque um ✓em um papel ou na lista que você colocou a tarefa;
  • Faça um intervalo curto de 5 minutos. Use o tempo pra descansar, pegar uma água, fazer uma rápida caminhada ou qualquer outra coisa que o faça relaxar;
  • Repita o processo, até completar 4 Pomodoros, quando então você poderá tirar uma pausa maior, de 20 ou 30 minutos. Use esse tempo para assimilar as informações aprendidas e descansar até a próxima rodada de Pomodoros;
  • Fica a seu critério a meta do número de Pomodoros que quer concluir por dia (algumas pessoas colocam 10, outras 15…).

A ideia dessa técnica é fazer com que você seja mais consciente do tempo que usa, eliminando eventual cansaço de ficar trabalhando horas seguidas em uma coisa só e consequentemente também evita o ceder à distrações, já que a ideia é utilizar tempos de 25 minutos focados.

Se você for usar um cronômetro comum para fazer isso, talvez fique entediado tendo que configurá-lo o tempo inteiro. Nesse link (http://goo.gl/VrxsLu), você encontra o aplicativo Tomighty para os sistemas operacionais Windows e Mac OS. Ele já vem todo configurado com o tempo de 25 minutos e as pausas de 5 e 20 minutos. É muito fácil de usar. Apenas um detalhe: ele tem um barulho incômodo com a contagem tic-tac de cada segundo, mas é fácil de configurar e tirar os sons nas configurações do aplicativo.

A técnica é tão popular que existem várias alternativas para usar também no seu smartphone. Para iPhone, você pode baixar o Pomodoro Time (https://goo.gl/9wRL62), que também tem uma versão para Mac OS. (A versão paga do aplicativo oferece a possibilidade de sincronizar a contagem dos pomodoros em todos os dispositivos.)

Infelizmente não consegui testar nenhuma versão para Android, mas uma simples busca por “Pomodoro” retorna vários resultados. Vale a pena tentar!

Espero que consiga tirar proveito da técnica e aumente sua produtividade!