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A halitose, ou mau hálito, é um fenômeno da natureza que acompanha o homem na sua trajetória social-histórica desde a sua existência. Na Bíblia, no Antigo Testamento, no livro de Jó (19:17), ele se lamenta, dizendo… “A minha mulher não tolera o mau cheiro da minha boca; os meus irmãos têm nojo de mim”. No desenrolar da história da humanidade o desenvolvimento de práticas cotidianas para corrigir a eliminação desses odores e de outros do corpo humano é visto pela nitidamente pela confecção de desodorantes atentando-nos para o fato do ser humano ser o único animal que odeia seu próprio cheiro.

O dramaturgo romano Titus Marcius Pláutus (254-184 a.C.) classificou o “fedor da boca” entre as muitas razões de infidelidade conjugal, considerando que “[…] o hálito de minha esposa tem um cheiro terrível, melhor seria beijar um sapo”. Na obra Escrevendo sobre Moralidade, Plutarco (6-120 d.C.) afirma que, […] depois que Heron de Siracusa foi informado pelo médico sobre seu hálito, o tirano repreendeu sua mulher dizendo: Por que não me advertiste de que meu hálito te fere a cada vez que te beijo? Ao que ela respondeu prontamente: Sempre pensei que o hálito de todos os homens tivesse esse terrível odor.

E até em uma peça mencionada por Shakespeare, Muito Barulho por Nada, ato 5, cena 2: “Palavras fétidas são apenas vento fétido, e vento fétido é apenas hálito fétido, e hálito fétido é nauseante, portanto eu vou partir sem ser beijado”. Essa talvez seja a penosa alteridade da halitose para o ser humano com a perda da autoestima e o estigma impingido em quem a tem.

O mau hálito ou halitose não é uma doença, e sim um sinal ou sintoma de que algo no organismo está em desequilíbrio, devendo ser identificado e tratado.

A origem do mau-hálito pode ser bucal (de 90 a 95 % dos casos) e de origem extra-bucal ( de 5 a 10 % dos casos) incluindo os que advém de dentro do organismo, mas não da boca.

As causas do mau hálito conhecidas são mais de 60. Dentre as causas mais importantes e comuns originadas na boca, temos a saburra lingual (camada branca de sujeira que fica na superfície da língua) e as doenças da gengiva. Jejum prolongado, a ingestão de alimentos odoríferos (capazes de alterar o hálito), o diabetes não controlado, a hipoglicemia e outras alterações representam baixa influência no mau hálito

Verdade ou mito: O mau hálito vem do estômago? Não, sendo que este é frequentemente responsabilizado pela alteração no odor do hálito, exceto devido a arrotos ou refluxo gastro-esofágico, porém nestes casos a alteração do hálito é momentânea e passageira e seu odor não é o característico cheiro de enxofre presente na halitose crônica e sim um odor caracteristicamente ácido. A crença de o estômago provocar o mau hálito talvez seja o maior mito na área de saúde da atualidade, que graças aos esforços da Associação Brasileira da Halitose (ABHA – Pesquisa: o Mau hálito e o profissional da área de saúde) e de seus associados, vem sendo desmistificada.

As doenças da gengiva bem como várias outras causas de alteração do hálito de origem bucal (dentes semi-inclusos, excessos de tecido gengival, feridas cirúrgicas, cáries abertas e extensas, próteses mal adaptadas, abscessos, estomatites, e câncer bucal) podem ser facilmente identificadas e tratadas (ou encaminhadas para tratamento) por um cirurgião dentista experiente.

5 Dicas para um bom hálito:

# Higiene bucal adequada;

# Evitar jejum prolongado;

# Evitar alimentos de odores fortes;

# Manter a boca sempre hidratada;

# Evitar o fumo e bebidas alcoólicas;

# Outros fatores: o uso de alguns medicamentos favorecem a pouca salivação, sendo necessário o uso de hidratação ou salivas artificiais a fim de manter a cavidade bucal sempre umedecida.

Um dos assuntos que mais me intrigaram até hoje é o das expectativas. Há muita confusão e muita gente dizendo coisas diferentes a respeito. Se você me conhece pessoalmente, talvez já me ouviu repetir algumas vezes a fórmula “Felicidade = Realidade – Expectativa”. É bem fácil entendê-la: se você tiver expectativas muito altas e a realidade não for condizente, a felicidade vai ser negativa ou inexistente. Expectativas altas podem ser um problema! Ou será que são mesmo?

Ao mesmo tempo que a fórmula é verdadeira, também pode ser enganosa: você pode ser tentado a viver sempre com expectativas baixas para não não se frustrar. E isso é bem tentador hoje em dia, ainda mais no ritmo frenético que vivemos. O problema é que ao viver sem expectativas você passa a ser letárgico!

Quando falo em expectativas, o que vem à mente é sempre a esperança. Acreditar que as coisas vão ser melhores. O ser humano sem esperança entre em desespero e perde até a vontade de viver. Hoje em dia não é difícil ver gente assim. Talvez nunca em sua história a humanidade teve tanta ansiedade e depressão.

E quando eu penso em esperança, logo me vem à mente Nelson Mandela. Você consegue se imaginar aguentando 27 anos (injustamente) numa prisão? Longe da família e dos amigos? Não tenho dúvidas de que ele tinha esperança de que iria sair de lá e de que as coisas iriam ser melhores um dia.

É por isso, amigo(a), que as expectativas precisam ser altas. A esperança precisa ser grande. O começo de qualquer melhora começa quando você passa a acreditar que ela é possível. Precisamos acreditar que alcançaremos aquilo que sonhamos.

Ao longo da jornada virão várias frustrações. Muitas vezes, a realidade vai ser “menor” que a expectativa. Mas se a expectativa (ou esperança) não estiver mais alta, não teremos nem vontade de levantar, sacudir a poeira e continuar tentando. E no fim das contas, nossa jornada está fadada a isso: muita dor e infelicidade até alcançar nossas expectativas e sonhos.

Deus seja louvado porque a maior das expectativas foi prometida e será cumprida. Ele vai vir nos buscar e viveremos eternamente com Ele. Dá pra ter expectativa maior do que essa? A realidade com Cristo é sempre maior do que as expectativas e a felicidade, por isso, será garantida!

De acordo com o Pew Research Center, uma organização independente dedicada ao estudo de assuntos políticos, sociais e econômicos no âmbito global, as duas maiores preocupações do mundo hoje são as mudanças climáticas e as atividades do grupo extremista Estado Islâmico (EI). A constatação é fruto de uma pesquisa de opinião realizada pela entidade em 40 países e que contou com a participação de 46 mil pessoas maiores de 18 anos de idade. Seu objetivo foi investigar quais temas trazem as maiores preocupações aos países em análise. Os resultados da pesquisa são interessantes e mostram como é variada a percepção das ameaças e desafios que a humanidade tem de contornar. Na América Latina, por exemplo, nota-se que o maior medo é centrado nas mudanças climáticas. Já na Europa e nos Estados Unidos, é o EI que está no centro das atenções. (Revista Exame 22/07/2015).

Perguntas para reflexão:

Do que você mais tem medo? Já sentiu medo de perder algo além das coisas desta Terra?

Tocando os intocáveis, incluindo os excluídos (texto base: Mateus 8:1-4; 5-13)

 

  1. Quais fatores são frequentes nos milagres de cura em Mateus 8?
  2. Que importância tem o fato de que, ao curar o leproso, Jesus o tocou?
  3. O escritor cristão D.L. Moody relaciona a lepra com a culpa e o milagre a partir de um encontro com Cristo. A culpa é algo que afasta outras pessoas assim como a lepra, levando-as a uma atitude de autocrítica. De que forma o exemplo de Jesus nos ajuda a entender como devemos nos relacionar com essas pessoas? E o que podemos fazer para ajudá-las?
  4. Cristo se maravilhou ante a fé do Centurião. Como podemos interpretar o veredito messiânico nos versos 11 e 12?

Libertando o cativo (leia Mateus 8:28-34.)

  1. O que Jesus fez para demonstrar que ninguém é marginalizado nem desprezado em Seu reino?
  2. Em Seu ministério, Jesus tinha apenas um compromisso: ajudar, e apenas um motivo: amar. O que vc precisa fazer para que sua vida seja como a de Cristo?
  3. Quais são nossas prioridades? O que podemos aprender com elas? Qual é a nossa diferença em relação à uma lista de prioridades de um ateu?
  4. Nem sempre conhecemos a vontade de Deus a respeito da cura física, mas sempre sabemos qual a Sua vontade em relação à cura espiritual. De que forma isso deve afetar nossa vida de oração?

Ficou com alguma dúvida? Mande uma mensagem pra nossa fanpage, ou apareça pra nos fazer uma visita! Segue a lista das nossas programações:
Aos sábados, às 9h: Programa Identidade
Aos sábados, às 18h: Programa Encontros
Às quartas-feiras, às 19h30: Programa Descobertas.

Apareça! Será uma alegria conversar com você sobre esse assunto!

Você já tomou um choque elétrico? Não são raros os casos de pessoas que passaram por essa experiência. Você pode ter sentido uma sensação de formigamento, ou dolorosa, talvez, se o choque foi pior, você teve até dificuldade de respirar. Não quero aqui dar uma aula de eletricidade, mas vale avisar que correntes elétricas entre 1mA (m = 0,001 e A = ampere) a 10mA podem causar a sensação de formigamento; 10mA a 20mA um sensação dolorida; maiores que 20mA pode levar a pessoa a ter dificuldade de respiração podendo levar a asfixia se não houver os devidos cuidados; mais de 100mA pode levar a fibrilação cardíaca (muito perigoso); com mais de 200mA os efeitos mais prováveis são graves queimaduras e parada cardíaca.

Não sei o quanto as consequências citadas acima já afetaram você ou alguém próximo, mas segundo o DataSUS na década passada houve mais de 13 mil internações com 379 óbitos por causa de choque elétrico e mais de 15 mil mortes imediatas causados por acidentes com eletricidade. O dado a seguir é ainda mais preocupante, pois choque elétrico é a terceira maior causa de óbito infantil.

Afim de dirimir as possibilidades deste tipo de acidente, especialmente com crianças, vou apontar alguns cuidados:

Use tomadas com o novo padrão brasileiro de plugues e tomadas! Sei que você provavelmente já teve experiências mal sucedidas com o novo padrão, precisava ligar o secador de cabelos e não tinha um adaptador para isso. O processo de transição de um padrão para outro sempre trás desconforto inicial, porém, anteriormente o brasileiro convivia em média com dez tipos diferentes de plugues e tomadas. O padrão vigente trás algumas seguranças bem importantes para diminuir os choques elétricos. Por exemplo, com ele não é possível encostar na parte metálica dos pinos estando eles energizados ou mesmo encostar na parte metálica da tomada (fêmea). Outro ponto importante é que quando ligamos um aparelho na tomada, o primeiro pino que entra em contato é o pino do aterramento, proporcionando maior segurança contra os choques elétricos.

Use aterramento elétrico! Se por um acaso você tenha algum equipamento elétrico com carcaça de metal (normalmente geladeira, forno elétrico, maquina de lavar, etc…), ou se um equipamento com carcaça plástica esteja com alguma parte metálica aparente (carcaça quebrada por exemplo) e por uma razão qualquer esta parte estiver eletrizada, o aterramento irá proteger uma pessoa ao tocar a parte metálica.

Use disjuntores DR (Diferencial Residual) na instalação elétrica de sua residência ou local de trabalho! Este dispositivo interrompe a passagem de corrente elétrica automaticamente quando detecta uma fuga de corrente. Em outras palavras, quando uma pessoa está tomando um choque elétrico, o disjuntor DR nota entrou mais corrente do que saiu (sendo bem simplista) e desliga este circuito. A norma NBR 5410 torna obrigatório seu uso em algumas áreas de maior risco, como locais com chuveiro, banheiras e áreas externas por exemplo.

Use equipamentos normatizados! Já ouviu falar que ‘as vezes o barato sai caro’? Isso é uma realidade constante para as pessoas que compram equipamentos que não foram testados por órgãos competentes. Os equipamentos  normatizados foram testados para as mais diversas situações de riscos e obtiveram resposta satisfatória.

E a lista pode ir aumentando, mas creio que estes são os principais. Existe uma coisa em comum em todas essas dicas, todos são obrigatórias em nosso país! Se seguirmos as regras estaremos protegidos. Se você tem interesse em melhorar a instalação elétrica de sua casa, quero ressaltar a importância de procurar um prestador de serviço que tenha conhecimento teórico e não somente prático em relação a instalação elétrica. E lembre-se que não é só porque você não está vendo a instalação elétrica que ela não precisa ser revisada e alguns casos substituída.

Espero ter ajudado quem acompanha nosso blog. E se precisar tirar alguma dúvida, entre em contato comigo pelo blog ou pessoalmente em uma de nossas programações da Primeira Essência.

O Evangelho de Mateus (cap 19:16-25) conta uma história intrigante.
Leia esses nove versos curtos e note a suposta metáfora presente na afirmação de Cristo (verso 25). Um camelo passar no buraco de uma agulha? Será que Jesus estava falando sério? Queria Ele afirmar que é impossível para uma pessoa rica receber a salvação? Existe algum problema em possuir uma quantia alta de capital e bens? Se observarmos as dimensões convencionais de um camelo e a complexa tarefa de conseguir fazer a linha de costura atravessar o fundo de uma agulha, podemos começar a considerar fazer um jornada de trabalho mais flexível. Porém, é importante entendermos a afirmativa de modo claro, antes de tomarmos qualquer decisão. Algumas teorias argumentam que a agulha em questão se referia a uma pequenina passagem nos muros de Jerusalém, que era utilizada pelas pessoas quando os portões eram fechados. De acordo com Alberto R. Timm, PhD em teologia pela Andrews University, essa é uma tentativa de minimizar a compreensão da ideia expressada por Jesus. Ainda que houvesse tal portinhola, seria inviável passar um camelo por ela. Outrossim, elas eram mais comuns na Síria, numa época posterior à de Cristo.

O camelo era o maior animal da Palestina e, pelo que mostra o texto, Jesus de fato o contrastou com o menor orifício conhecido pelos discípulos. É evidente que a intenção da assertiva era mostrar a impossibilidadede de uma ação. No entanto, outros pontos da história são essenciais para entendermos o porquê de tal posicionamento. Quando o jovem pergunta para o Mestre, ele é lembrado de alguns dos Dez Mandamentos, parte essencial da formação judaica. Observe que todos os citados por Jesus são instruções referentes ao amor ao próximo. Em todas elas o abastado judeu afirma que as obedece desde pequeno. O Messias então pede que ele dê tudo o que possuía aos pobres, convidando-o a ser um discípulo.

Por possuir muitas coisas o jovem se retira triste. É incrível a maneira como Jesus demonstra conhecer a essência da dúvida apresentada. Ele nota que o rapaz não vê nenhum problema em si mesmo, então Ele vai e toca exatamente o ponto no qual o candidato à salvação não consegue enxergar. O jovem príncipe começa revelando seu equívoco, ao imaginar que um conjunto de ações pautadas numa obediência completa e imaculada, seria moeda de troca para a salvação. Ele perguntou: “o que devo fazer para ser salvo?” Mas o cerne da questão não é este, Jesus mostra a ele que, apesar de guardar toda a letra da lei desde criança, ao ser questionado quanto à essência dela ele se mostra insuficiente. A essência dos mandamentos citados por Cristo é o amor ao próximo (Mat. 19:19), e quando confrontado com a ação de viver esse amor, isto é, doar seus bens aos necessitados, ele vê que seu coração não está em Cristo, mas sim em seus tesouros.

O chamado era para que Jesus tomasse o lugar que a riqueza ocupava no coração daquele príncipe. Quanto ao camelo e a agulha? Eles mostram a impossibilidade de um homem ser salvo quando a riqueza ocupa o lugar exclusivo de Cristo. A história não condena as riquezas em si, ela adverte quanto ao perigo de supervalorizarmos o trivial (Mat. 6:19-20).

Lembre, porém, que quando tudo parece perdido aos discípulos, Ele os reanima dizendo: “Para Deus tudo é possível.” Mateus 19:26